Só rindo... 2
11 de nov. de 2007 |
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Carol K.
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Dez motivos para trocar o orkut pelo Facebook
Sem propaganda – Os usuários do orkut começaram a notar os anúncios nas comunidades no início do ano, de forma tímida. Hoje, já é comum ver as mensagens nas comunidades “espremidas” pelos anúncios. No Facebook não há anúncios.
Sem spams – Quem não lembra do “emagreça dormindo”? Agora, a onda é o spam “Gorda Nott, magra liiinda”. Se você não está interessado em saber as novas tendências dos spams no orkut saiba que não há spams no Facebook.
Privacidade – Aqui, há um problema de interpretação. No Facebook o seu perfil pode ficar visível apenas para os seus amigos. Quem não é amigo vai apenas ver seu nome e a opção de enviar uma mensagem ou adicioná-lo como amigo. Se por um lado é ótimo para quem não quer ser espionado, é péssimo para quem quer espionar.
Vídeo – No orkut você pode colocar quantos vídeos quiser, desde que sejam do Google Vídeo ou do Youtube. Agora, imagine se você pudesse mandar um scrap em vídeo para um amigo. No Facebook você pode. Além disso, há ferramentas para vídeos em comunidades e você pode colocar vídeos de praticamente todos os formatos.
Fotos – O álbum do orkut suporta apenas 12 fotos, com tamanho máximo de 5mb. No Facebook não há limites de fotos, nem de tamanho. E o melhor: você pode fazer álbuns personalizados com ferramentas como o Slideshow e o Photobucket. Você ainda pode compartilhar álbuns nos perfis dos amigos, colocar tags nas fotos e mandar as fotos tiradas no seu celular direto para o Facebook.
Chat – É impossível conversar no orkut a não ser através de múltiplos recados. No Facebook, há mais de 40 tipos de aplicativos que disponibilizam chats no seu profile. No popular Chizzat! há mais de 20 mil usuários cadastrados. Como uma sala de bate papo normal, pode-se conversar no “geral” ou abrir janelas privadas. Há também diferentes tipos de interação, como a ferramenta “My questions”, onde você coloca uma pergunta no seu profile para que seus amigos respondam.
Feeds – O orkut tem uma ferramenta de feed, bem subutilizada, que permite que você adicione cinco feeds ao seu perfil, como atualizações do seu blog, do seu flickr ou sites de notícias. Na primeira página do Facebook, assim que você faz o login, são mostrados os feeds dos seus amigos, como as alterações que eles fizeram no perfil, os aplicativos que eles adicionaram ou qualquer evento ou site que eles postaram. Sem necessidade de fazer qualquer alteração no seu perfil.
Compartilhamento - No Facebook você pode compartilhar tudo: links, vídeos, fotos, blogs, músicas. Na seção “Posted Items” tudo o que você precisa fazer é colocar a url do arquivo que você quer compartilhar e os seus amigos poderão ter acesso ao arquivo. Também é possível instalar um bookmarket no seu navegador e assim, mesmo que você não esteja no site do Facebook, é possível adicionar arquivos para compartilhamento.
Interface do usuário – A interface do Facebook é muito mais agradável e inteligente. O seu perfil já mostra um preview dos seus álbuns de fotos, seus aplicativos, seus recados, seus feeds, tudo na mesma página, de forma bem organizada. No orkut, além do visual quadradão, você tem que abrir todos aqueles links e etc.
Aplicativos – Esse é o grande trunfo do Facebook. Há 15 dias, havia quase 400 diferentes aplicativos no Facebook. Hoje, há 1.097. Por lá, o usuário pode colocar de tudo no seu perfil: desde ferramentas para quem quer pedir dinheiro emprestado até a agenda do pré-candidato a presidência dos Estados Unidos Obama Barack. Ou você pode criar uma ferramenta e disponibilizar para os usuários do Facebook.
http://www.tnow.com.br/internet/dez-motivos-para-trocar-o-orkut-pelo-facebook/
Akemi no facebook (http://www.facebook.com/profile.php?id=658925838)
29 de out. de 2007 |
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Carol K.
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1:28 AM
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Criatividade é foda ...
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Carol K.
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Cat Power no Tim Festival 2007
21 de out. de 2007 |
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Albúm ao vivo do Joy Division
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Control, Ian Curtis (Joy Division) no cinema
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Fotografias que valem um post...
12 de out. de 2007 |
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10:49 PM
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Monsieur Ibrahim et les fleurs du Coran
Nenhum lampejo dessa crise, contudo, é mostrado em Uma amizade sem fronteiras (Monsieur Ibrahim et les fleurs du Coran, de Francois Dupeyron, 2003). Sua utilização seria totalmente contrária à esperançosa idéia central desse drama com toques de road movie e homenagens à Nouvelle Vague, que opta por simplesmente ignorar tais diferenças. A trama aposta numa espiritualidade filosófica para ilustrar a história de respeito e entendimento, que mostra como duas culturas tão diferentes poderiam viver em paz.
Omar Sharif vive o personagem que dá o título original do filme, Ibrahim, um grisalho comerciante muçulmano dono de um modesto mercadinho na Paris dos anos 1960. Sua loja fica na Rue Bleu, uma travessa que serve de ponto para prostitutas e eventual cenário para filmes (Isabelle Adjani faz uma ponta como uma estrela inspirada em Brigitte Bardot!), logo em frente à casa do adolescente judeu Momo (Pierre Boulanger). Aos 16 anos, a maior preocupação do jovem é poupar o suficiente para utilizar os serviços das vizinhas - a cena na qual ele perde a virgindade presta homenagem ao clássico O homem que amava as mulheres, de Truffaut - e ouvir animados rocks no rádio. Ambos fornecem um alívio momentâneo da realidade dura que ele vive ao lado do pai (Gilbert Melki), sempre ausente e taciturno.
Para guardar o dinheiro, Momo tem como hábito roubar pequenos itens da loja do Ibrahim. Um dia, entretanto, o dono do mercado inicia uma conversa com o garoto e revela ser muito mais do que parte da paisagem da loja. Começa uma relação de amizade crescente entre os dois, potencializada quando o garoto é abandonado pelo pai, que culmina numa viagem pelo interior da Turquia.
Uma amizade sem fronteiras cativa por empregar lições filosóficas e espirituais sem sermões, algo que talvez não tivesse sido obtido não fosse à presença de Sharif. O lendário ator, aos 72 anos, continua com o mesmo brilho no olhar que ostentou em filmes como Doutor Jivago e Lawrence da Arábia. Sua irretocável atuação é profunda, cheia de nuances e nada floreada. Parece sem esforço, tranqüila, e deixa crescer seu parceiro - Boulanger -, que caminha lado a lado com a lenda e demonstra grande talento.
Os poucos defeitos do filme se resumem aos segundos finais, um pouco contraditórios, e à sua própria estrutura de filmes sobre lições de vida ensinadas por pessoas mais velhas a jovens sem rumo. Claro que tais produção existem aos montes, mas Uma amizade sem fronteiras destaca-se justamente pela já discutida sensibilidade religiosa, um tanto ecumênica. O resultado traz uma certa esperança, ainda que na vida real ela seja quase utópica...
30 de set. de 2007 |
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Editor de Cola ... Chuletator !!!
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A quem interessar ...
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Carol K.
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Fale mal de mim... agora na Inglaterra!
27 de set. de 2007 |
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Motel Intel e a lei de Moore...isso vai mudar sua vida!
Então imagine o espanto quando Moore, fundador da Intel e considerado uma lenda da informática, resolveu detonar a própria lei. "Não dá para ir além de certos limites fundamentais", disse o engenheiro, em entrevista na semana passada.
Ou seja: segundo seu próprio criador, a venerada Lei de Moore vai acabar. Mas, de acordo com Moore, ainda vai demorar um pouco - só "daqui a 10 ou 15 anos". Tempo em que ele, hoje com 78 anos , espera estar vivo. "Eu quero estar por aqui, para ver na prática as coisas que estamos inventando", afirmou Moore, que dirigiu a Intel até 1987.
Segundo o fundador da Intel, a tão sonhada inteligência artificial vai virar realidade. "O computador entenderá o que você diz e você vai interagir como se ele fosse uma pessoa." Na entrevista, Moore deu um exemplo que ilustra bem a evolução tecnológica nos últimos 40 anos. "As pessoas não acreditavam no circuito integrado, pois naquela época cada transistor chegava a custar US$ 0,68."
Fazendo uma conta simples, dá pra perceber o absurdo disso. Sem a miniaturização e o barateamento dos transistores (pecinhas utilizadas em chips e todos os demais aparelhos eletrônicos), hoje um processador como o Penryn, da Intel, custaria absurdos US$ 544 milhões - e seria absolutamente inviável. "Os microprocessadores eram considerados impossíveis de fabricar", disse Moore, com um sorrisinho irônico.
Ele não dirige mais a Intel, mas conserva seu escritório - na verdade, é um dos famosos "cubículos", aqueles compartimentos abertos cuja invenção é creditada a Moore. "A gente tinha acabado de comprar em prédio bem grande e pensamos em fazer uma fila de escritórios. Mas ia ficar parecendo uma cadeia. Então resolvemos deixar tudo aberto", contou Moore, que também revelou uma curiosidade sobre o nome Intel. "Existia um motel com esse nome, tivemos de comprar (os direitos sobre) o nome."
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Carol K.
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McLaren perde pontos, mas pilotos escapam de punição!!!!
16 de set. de 2007 |
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Carol K.
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7:40 AM
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